Não ter medo de ser o que se é, não ter vergonha da maneira como sua chama brilha. Simples.
O que somos, o que não devemos ter medo de expressar, como nossa chama brilha. Complicado.
Somos emoções, somos respostas, somos reações. O que forma o indívuo nada mais é do que a coletividade. Somos consequência de acontecimentos, de fatos, de situações. Somos amontoado de sentimentos de diversas pessoas. Ora somos amor, ora somos ódio, ora somos tristeza, ora somos liberdade. Às vezes "vive-se" na inércia, às vezes vive-se de extremos, .
Se então, o que nos torna o que somos é um conjunto de percepções alheias, somos um ou o todo, somos tudo ou somos nada?
"(...)Aprendi que se depende sempre, de tanta muita diferente gente.Toda pessoa sempre é a marca das lições diárias de outras tantas pessoas. É tão bonito quando a gente entende que é tanta gente, onde quer que a gente vá, é tão bonito quando a gente sente que não está sozinho, por mais que pense estar (...)" Gonzaguinha

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